Sobre o protestantismo

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Quando pensamos no protestantismo, lembramos de sua revolta. Quando lembramos da revolta, vemos o erro: o ato de se revoltar e, por conseguinte, revolucionar.

Quando nos revoltamos por alguma coisa, nós buscamos consertar algo para que toda essa revolta desapareça. Assim, ficaremos dentro da ordem de Deus.

Se analisarmos, a revolução protestante não quis buscar o salvamento através de um método já usado por mais de mil anos através dos sacramentos.

Quis apenas se separar pois não concordava com algumas partes da Bíblia.

Como não houve modificações após a junção dos livros, fica claro que esse era o ato da revolta: modificar a palavra de Deus, modificar a verdade.

Se moldarmos a verdade, não estaremos sendo honestos e, consequentemente, estaremos a omitir a verdade por inteiro.

Além disso, não há motivo para sair da Santa Igreja por qualquer corrupção que tenha acontecido .

Confere-se a palavras de Nosso Senhor em Mateus 26,41 – “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca!.

Devemos, seguindo Nosso Senhor, vigiar e orar e, ainda, auxiliar aqueles que fogem da verdade.

Se por exemplo, pegarmos um computador, trocaria-o por causa de duas peças? Se seguir a lógica, crê-se que não faria.

Além do exposto, se trocarmos de computador, estaremos a trocar também de gabinete.

Mas em verdade, nem isso o protestantismo tem; molda-se ao terrenos que estiver visando não a salvação, mas a popularidade terrena com enganações e falsos testemunhos.

Pode-se ver isto nas várias denominações das seitas protestantes como as Testemunhas de Jeová, a Universal, a Deus É Amor, a Mundial e tantas outras que, se seguissem um único modelo, não estariam separadas.

Por isto o protestantismo não se confirma, porque não coloca uma única verdade, mas sim várias verdades.

Dado isto, percebe-se então que há uma única Igreja, que nunca se separou desde seu nascimento por Nosso Senhor, que sempre foi una e santa: a Igreja Católica Apostólica Romana.

 

 

 

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