Absurdo: contrariando desejo da maioria dos brasileiros e sobretudo a Lei de Deus, ministros do STF legalizam aborto para bebês anencéfalos

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A Lei de Deus e a Lei Natural não estão submissas a qualquer opinião de qualquer Juiz, seja ele do nível que for.

Veja por exemplo o que aconteceu no julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, o maior injustiçado da História.

Mas deixando esse aspecto de lado, a vontade da população brasileira não foi respeitada e o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (12) que o aborto de bebês portadores de anencefalia passará a ser legal no Brasil, colocando em risco milhares de vidas inocentes, que não poderão sequer ter a chance de receber o sacramento do Batismo.

A absurda decisão – repleta de argumentos que nos dão saudades do tempo em que a Justiça julgava com as leis e não com a ideologia – contraria o desejo da maioria, aterrorizada com a condição de se transformar um indefeso ser humano em objeto descartável. Pois isso não para por aí.

Depois de votar favoravelmente a legalidade da interrupção forçada da gravidez, o ministro do STF Marco Aurélio de Mello afirmou que “bebês com ausência parcial ou total de cérebro não têm vida”, tentando justificar sua escolha e assumindo um atributo divino que não lhe competia, ainda mais em se tratando de um julgamento jurídico e não religioso ou mesmo científico.

Marcela de Jesus Ferreira foi batizada, viveu um ano e oito meses e pôde ir para o Céu

Marcela de Jesus Ferreira foi batizada, viveu um ano e oito meses e pôde ir para o Céu

A anencefalia, na verdade, admite vários graus e em alguns casos os bebês podem reagir a estímulos nervosos. Um belo exemplo foi dado por Marcela de Jesus Ferreira, que viveu por um ano e oito meses e foi muito amada neste período.

Melhor que tudo: ela pôde ser batizada! E ir para o céu após seu falecimento.

Não há justificativa plausível para a interrupção da gravidez de fetos anencéfalos. A criança anencefálica não nasce em situação de morte encefálica, como foi comprovado pelo governo dos EUA e pelo comitê de bioética da Itália recentemente.

Irresponsavelmente, o maior órgão judiciário brasileiro está abrindo uma perigosa prerrogativa para que outras permissões de abortos sejam dadas para fetos com outras patologias e anomalias. Estaremos revivendo a Alemanha nazista que realizava o aborto eugênico para “melhorar a raça”?

Como afirmou o Padre Anderson Alves (veja aqui) “o aborto não resolve nada, pois mata a pessoa enferma e destrói moralmente a mãe e, na maioria das vezes, toda a estrutura familiar”. O aborto não é livre de riscos para a mulher que o pratica e, em algumas vezes, a anencefalia pode ser mal diagnosticada.

Rezemos para que esta realidade seja modificada.

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

2 COMENTÁRIOS

  1. Algo para mim ficou bastante claro, em decorrência da decisão do STF: não se está lutando apenas contra os que querem aborto tão-só no campo dos argumentos, quer científicos, quer jurídicos, quer morais, quer éticos, quer religiosos. Pois todos esses, por mais valorosos e convincentes que sejam, e todos que li o são, são simplesmente ignorados ou grosseiramente refutados, em face das teses mal feitas e as desculpas esfarrapadas que abortistas “inventam”. Do distorcimento da verdade científica, passando pela falsificação de números e pela manipulação da imprensa, à afirmações demagógicas e supostamente jurídicas que beiram o ridículo, como se viu em algumas afirmações dos ministros do STF, de tudo “inventaram” para justificar o massacre dos inocentes. Portanto, não é uma luta apenas de argumentos. As forças que estão patrocinando esse horror uniram-se para concretiizá-lo contra a vontade de toda uma população cristã e é visível as presença delas no âmbito governamental, dado o comprometimento flagrante dos poderes da república com a causa abortista, como é facilmente perceptível no judiciário e no executivo federais, principalmente.
    Ou o povo brasileiro, especialmente católico, deixa de ser omisso e passa a lutar realmente pela causa da vida, ou vai ver o horror da morte restabelecer-se fortemente para atender aos interesses de uma minoria comprometida com os interesses do inferno.

  2. Como mencionado na notícia, irá sugir várias prerrogativas para a legalização do aborto em vários casos, quem não garante que os médicos não possam apresentar resultados inverídicos em relação ao sintoma de anecefalia em determinados casos, devemos também considerar erros médicos, e até o caso de mulheres que não desejam ter a criança, e para abortá-la “legalmente” usem de meios drogas para forçar um degeneramento neural, tornando a criança assim, “abortável” perante a lei. Isso é um absurdo, vai contra a moral, contra a opinião dos brasileiros, contra a moral católica. Isso não é um direito da mulher! Ninguém tem o direito de tirar a vida, senão Nosso Senhor. Haverá muita polêmica ainda nesse caso. Rezarei por um país em que a opinião pública seja mais valorizada, e que a religião católica não seja tão discriminada. Que Deus nos ajude!

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